Repúblicas são alternativa tradicional e barata para os estudantes
Fotografia: Ana Catarina Ferreira
Setembro é sinónimo de novos começos em Coimbra. O início do novo ano letivo no ensino superior traz à cidade e às suas duas instituições novos “caloiros” em busca de completar mais uma etapa na sua formação académica.
Se a entrada no ensino superior traz consigo ambições e esperanças, todo o processo de “instalação” na cidade dos estudantes representam angústias, nervosismos e despesas extras. A procura de um quarto é um desafio para os pais dos novos alunos.
Espaços de tradição
Há, no entanto, alternativas ao mercado de arrendamento. Em Coimbra, há casas onde a cultura e a tradição académica coimbrã se unem de uma forma orgânica e natural. Espaços cheios de histórias, que se interligam com a própria história da academia da cidade.
Estas casas comunitárias, autogeridas por estudantes, não são apenas locais de habitação, mas também verdadeiros centros de partilha, cultura e construção de laços que atravessam gerações. Nascidas na longa tradição universitária de Coimbra, as repúblicas são um reflexo do espírito irreverente, solidário e criativo da cidade.
As muitas repúblicas dos estudantes têm ainda algumas vagas a preços bem mais acessíveis. A República dos Galifões, na Alta da cidade, ainda têm vagas. Rodrigo Pereira, um dos repúblicos, revelou que “ainda há três quartos livres”.
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