Coimbra: Órgão que representa as secções da AAC fez queixa da direção geral
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As secções culturais e sociocientíficas da Associação Académica de Coimbra estão contra a direção da própria associação (DG-AAC) por razões que se prendem com diversas questões, designadamente aquilo que dizem ser bloqueio às contas bancárias; impedimento de entrada noturna dos associados nas instalações da rua Padre António Vieira; não apresentação (até agora) do Relatório e Contas de 2024 e do Plano de Atividades e o Plano Orçamental do mandato atual; e falta de resposta às deficiências estruturais do edifício de seis pisos, que regista infiltrações e inundações.
Neste contexto, o secretário-geral do Conselho Cultural e Sociocientífico da Associação Académica de Coimbra (CCSC/AAC), Vítor Sanfins, anunciou, na passada sexta-feira, que foi formalizada, junto do Conselho Disciplinar da AAC, uma queixa contra a DG-AAC, fundamentada em “diversas infrações graves e reiteradas das disposições previstas nos Estatutos da AAC” e “conduta negligente e omissiva da DG-AAC”.
Em resposta, o presidente da AAC, Carlos Magalhães, disse que a dificuldade em constituir contas bancárias deve-se à exigência de cumprimento das exigentes regras do Banco de Portugal e do Banco Central Europeu sobre os nomes que têm de constar nas contas e respetiva documentação.
Pode ler a notícia completa na edição impressa do dia 26/03/2025 do DIÁRIO AS BEIRAS
