Aldeias de Penela são o palco criativo da Companhia da Chanca

11 de julho de 2025 às 09 h46
Fotografia: Companhia da Chanca

Arranca hoje, na Casa Família Oliveira Guimarães, na vila do Espinhal (21H30), a 5.ª edição do ciclo “Dentro da Casa, à Beira da Aldeia”. Promovido pela Companhia da Chanca, a iniciativa começa com a exibição do filme “No País de Alice”, de Rui Simões. No sábado, também no Espinhal (18H00), no Largo D. Luís d’Alarcão, será dramatizado o teatro-circo “Coração nas Mãos”, peça que também pode ser vista no domingo (18H00), na aldeia da Chanca.

Foi na aldeia da Chanca, cuja população ronda as três dezenas de habitantes, que André Louro e Catarina Santana, encontraram, em 2015, o local para instalar uma companhia artística. “Tínhamos uns amigos que moravam aqui perto. Achámos interessante e viemos”, contou o fundador André Louro.

“Foi uma decisão que combinou, de forma muito proveitosa para nós, a vida pessoal e profissional”, sublinhou Catarina Santana. Apesar de ser uma aldeia do interior, a Chanca está num ponto central do território. “Estamos a 15 minutos de duas autoestradas”, relembrou.

Escolhida a localização, seguiu-se a integração na comunidade local. “Queríamos perceber como é que podíamos contribuir para esta comunidade que nos acolhe tão bem. E a aldeia foi fantástica”, destacou a também atriz.

“O que é que acontece de fantástico aqui? Não há o tempo inútil. Demoro 12 minutos a chegar a Penela, às 6 da manhã ou às 10 da noite. Eventualmente, cruzamo-nos com um rebanho de ovelhas que nos atrasa um bocadinho, mas isso torna o dia ainda mais agradável”, sublinhou André Louro, que também assume funções de representação e encenação.
A preocupação da Companhia da Chanca passa por “fazer parte da comunidade”, reiter

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