Coimbra: Artes à Solta quer ser mais transversal
DB/Foto de Ana Catarina Ferreira
O diálogo com o mundo e a ligação do património material ao imaterial de Coimbra, de Portugal e do Mundo é o tema central da 1.ª edição do Artes à Solta-Festival do Património, que decorre entre os dias 22 e 24 de agosto.
O Seminário Maior de Coimbra será o “epicentro” do evento, que integra concertos, ciclos de palestras e visitas guiadas, numa 1.ª edição que evidencia Cabo Verde e dois géneros musicais que são Património Imaterial da Humanidade da Unesco: o Fado e o Cante Alentejano.
Em ano de estreia, a organização (a cargo da GoldenSkill) convidou, entre outros, nomes nacionais e internacionais, como António Pinto Basto, Batucadeiras das Olaias, Zenaida Chantre, Moços da Viola Campaniça, Grupo Coral de Ourique, Armando Tito, Bordão Cabo-verdiano e Pardalitos do Mondego.
“O que os olhos veem o coração sente” é o mote do evento, que pretende “ser uma ponte de união entre culturas, com sete estilos únicos de música em três dias”, explicou ontem o organizador Diogo Coelho, durante a apresentação do programa.
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