Figueira da Foz: Capitania do porto assinala investimento do município
DB/Foto de Jot'Alves
Na época balnear de 2023, a Polícia Marítima autuou concessionários da Figueira da Foz por falta de nadadores-salvadores. Entretanto, o município figueirense investiu em meios e equipamentos de assistência a banhistas, incluindo a aquisição de seis torres de vigia.
“Comparativamente com o ano passado, houve um investimento significativo que a Câmara [da Figueira da Foz] fez, quer a nível da estratégia, quer a nível da aquisição de meios e equipamentos”, assinalou, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o comandante da Capitania, Cervaens da Costa.
“Estou a falar de um plano integrado de salvamento para todas a praias e da aquisição de seis motos-quatro para patrulha, que permitem varrer uma área num curto espaço de tempo nas zonas com menos nadadores-salvadores”, acrescentou o militar da Marinha.
Cervaens da Costa frisou que aqueles “meios complementares de salvamento fazem parte do tal plano integrado que permite a redução dos nadadores-salvadores”.
Por outro lado, ressalvou que “o dispositivo de salvamento irá sendo incrementado à medida que os nadadores-salvadores vão estando disponíveis, já que alguns são estudantes”.
O mesmo disse, no início deste mês, o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes. Assim, o dispositivo de nadadores-salvadores é agora maior do que no início da época balnear.
A escassez de mão de obra afeta várias zonas balneares do país. A Figueira da Foz, apesar de ter uma escola municipal que forma nadadores-salvadores, também tem tido dificuldades na contratação.
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