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Um terço das obras na Escola Eugénio de Castro não será financiado pela Europa

30 de abril de 2024 às 07 h31

FOTO DB/ANA CATARINA FERREIRA

“Insustentável” é como o presidente da Câmara de Coimbra classifica a atual situação do financiamento do Governo às autarquias no âmbito dos processos de descentralização na Saúde e na Educação, “pelo que é extremamente emergente o reforço das respetivas verbas”, referiu José Manuel Silva na reunião da câmara de ontem. Neste contexto, a autarquia “já começou a solicitar reuniões a responsáveis governativos”.
Uma das reuniões mais “emergentes” será com o ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, porque “está a tornar-se absolutamente incomportável para a Câmara Municipal de Coimbra, e certamente para muitas outras câmaras, continuar a financiar, sob pena de os processos ficarem bloqueados”. O presidente do Município acrescentou que aguarda a realização dos encontros “com expetativas positivas, considerando o plasmado no programa do atual Governo”, concluindo que, “como está, a situação é insustentável, fruto do insuficiente financiamento atribuído pelo anterior Governo”.

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